Dom Limacêdo Antônio, auxiliar de Olinda e Recife, é nomeado bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira


Sacerdote é o quinto bispo de Afogados da Ingazeira e foi nomeado após a renúncia do atual bispo, Dom Egídio Bisol; Dom Limacêdo Antônio da Silva foi nomeado bispo de Afogados da Ingazeira Irmã Josevânia de Olinda Nesta quarta-feira (25), foi divulgada a nomeação do Papa Francisco para o novo bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, no Sertão. Dom Limacêdo Antônio da Silva, bispo auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife, foi nomeado como o quinto bispo de Afogados. A nomeação ocorreu em função da renúncia do atual bispo, Dom Egídio Bisol, que comunicou a renúncia em razão de ter completado 75 anos, conforme previsto no Código Canônico da Igreja Católica. Em nota, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou saudação a dom Limacêdo e um agradecimento a dom Egídio Bisol pelos 47 anos dedicados à Igreja. "Rogamos a Deus que o ilumine no seu ministério episcopal e seja sempre mais fortalecido na missão de levar adiante o perfume e alegria do Evangelho e de ser um instrumento de edificação de uma Igreja cada vez mais sinodal", diz trecho do texto. História do novo bispo de Afogados da Ingazeira Dom Limacêdo Antônio da Silva nasceu em 20 de setembro de 1960, em Nazaré da Mata, zona da mata pernambucana. Estudou Filosofia no Instituto Filosófico Estrela Missionária, em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, e Teologia na Escola Teológica São Bento de Olinda, em Olinda. Foi ordenado presbítero no dia 12 de dezembro de 1986, em Limoeiro, e exerceu seu ministério sacerdotal na diocese de Nazaré da Mata. Possui mestrado em Dogmática na Universidade Pontifícia Gregoriana em Roma, na Itália (2001-2003), e doutorado em Dogmática pela Universidade Pontifícia Gregoriana em Roma (2004-2007). Foi nomeado em abril de 2018 como auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife, tendo sido ordenado bispo em 10 de junho do mesmo ano, em Nazaré da Mata. Atualmente, é membro da Comissão Episcopal para Ação Sociotransformadora da CNBB.

Celimar de Meneses

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