Empresa de placas solares aplica golpe de R$ 5 milhões em banco de SP, diz polícia


De acordo com a Polícia Civil, somente em um banco de São Paulo o golpe aplicado pelo grupo foi de R$ 5 milhões. Três pessoas foram presas. Polícia Civil apreendeu materiais em operação que prendeu três pessoas suspeitas de golpes financeiros Polícia Civil Um grupo criminoso da cidade de Rio Tinto, no interior da Paraíba, que fingia vender placas solares foi preso pela polícia nesta quinta-feira (23). A empresa organizada pelo grupo aplicava golpes em agentes financeiros, segundo o delegado Sylvio Rabello, que investiga o caso. Um banco de São Paulo foi vítima dos golpes e teve um prejuízo na casa dos R$ 5 milhões. Três pessoas foram presas e uma arma foi apreendida na operação. As investigações sobre a atuação do grupo criminoso começaram há 4 meses e levaram as autoridades a descobrirem que a empresa controlada pelo grupo vendia placas de energia solar. Essas placas eram adquiridas pela empresa através de empréstimos bancários, que eram conseguidos por documentação fraudulenta. Um banco de São Paulo foi vítima dessas operações do grupo. Conforme o delegado Sylvio Rabello, o grupo também aplicava golpes em pessoas idosas, através de propagação de algumas promessas financeiras envolvendo essas placas solares. O grupo prometia aos aposentados que caso fizessem empréstimos de dinheiro em determinadas instituições financeiras e investissem nas placas, poderiam ganhar até 10% do valor do empréstimo junto aos bancos. No entanto, a polícia descobriu que o valor desses empréstimos iam diretamente para uma conta em nome do proprietário da empresa do grupo criminoso e as placas solares não eram instaladas nas residências das vítimas, sendo até revendidas para terceiros posteriormente. Na operação que prendeu as três pessoas que participaram da empresa de Rio Tinto, uma arma foi apreendida, juntamente com munição. Além disso, materiais como computadores também foram retidos pela polícia para passarem por investigação. As três pessoas foram levadas para a Delegacia de Polícia da cidade de Mamanguape, que liderou a operação, e permanecem presas. A expectativa da Polícia Civil é concluir o inquérito nos próximos dias. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Dino

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