Confira programação do Bloco da Mulher da Sombrinha em Catende


Folia de momo existe há mais de 40 anos e será realizada entre os dias 1º a 4 de fevereiro com várias atrações musicais. Bloco existe há mais de 40 ano no município. Reprodução/Tv Asa Branca Começa nesta quinta-feira (1º) e segue até o dia 4 de fevereiro, a programação do tradicional Bloco da Mulher da Sombrinha, na cidade de Catende, Mata Sul de Pernambuco. Este ano, o bloco completa 41 anos de existência. Entre as atrações confirmadas para está edição do bloco estão o Trio e Banda Asas da América, Marreta e o Planeta, o cantor Geraldinho Lins, André Rios, entre outros artistas. No sábado (3), às 0h, como já é tradição, é realizado o desfile da Mulher da Sombrinha. Confira programação completa: Quinta-feira (1º) Trio e Banda Asas da América Sexta-feira (2) Trio da Huanna Marrerta e o Planeta Sábado (3) André Rios Excesso de Bagagem Necivaldo Olodum Domingo (4) Bloco dos Vagabundos Márcio Dhuka Geraldinho Lins Bloco tem mais de 40 anos de história Desfile 'Mulher da Sombrinha' em Catende Artur Oliveira / Tv Asa Branca Lenda ou história real a “Mulher da Sombrinha”, está presenta na vida dos catendenses. O primeiro registro do bloco, realizado há 40 anos em Catende, é do ex-prefeito do município, Renato Buarque de Macedo, que escreveu, na década de 40, sobre a aparição de uma mulher que assustou um ferreiro chamado José Leandro. A lenda diz que os operários do último turno costumavam ficar nas imediações da usina Catende, por volta da meia-noite, e que então uma loira esplendorosa, com uma sobrinha na mão e uma vestimenta do século 18, passava por eles. Lenda conta que 'Mulher da Sombrinha' sai do cemitério sempre à meia noite Artur Oliveira/Tv Asa Branca Eles acabavam indo atrás da loira até o cemitério da cidade, completamente seduzidos. Os historiadores da cidade ainda contam que alguns dos operários chegavam a amanhecer o dia sozinhos em cima de uma lápide. Outros, que ela desaparecia diante dos olhos deles na frente do cemitério. E há ainda que diga, que a mulher não passava, na realidade, de uma mulher que escolhia o cemitério para trair o marido.

Celimar de Meneses

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