Corpo de recém-nascido encontrado morto em Cabedelo segue no IML após um ano


IML aguarda intimação formal feita pela delegada que presidiu o inquérito para que família faça retirada do corpo. Se após procedimento, ninguém comparecer, órgão vai providenciar enterro de recém nascido. Recém-nascido foi encontrado morto em uma lixeira, no dia 22 de março de 2023, em Cabedelo Reprodução/TV Cabo Branco Completou um ano nesta sexta-feira (22) que o corpo do recém-nascido que foi encontrado morto em lixeira está na sede do Instituto Médico Legal (IML) de João Pessoa. O caso aconteceu no dia 22 de março de 2023 em Cabedelo, e familiares são esperados para que a liberação do corpo seja feita. De acordo com a diretora-geral do Instituto de Polícia Científica (IPC) de João Pessoa, Raquel Azevedo, à TV Cabo Branco, como a família foi identificado, o IML aguarda uma intimação formal feita pela delegada que presidiu o inquérito para que a família faça a retirada do corpo. Se mesmo após essa intimação nenhum familiar manifestar interesse, o órgão vai fazer o enterro. "Nós vamos aguardar uma intimação formal da delegada que presidiu o inquérito para que seja solicitada à familia o comparecimento. Não acontecendo esse comparecimento, o IML vai providenciar a inumação". Relembre o caso O recém-nascido encontrado morto dentro de uma caixa de sapato, em uma lixeira, no bairro de Intermares, em Cabedelo, em março, nasceu com vida e respirou após o parto, concluiu a perícia feita pelo IPC. Além disso, o g1 conseguiu junto ao IPC a informação de que a causa da morte da criança foi por asfixia, constatado em laudo do instituto. Detalhes quanto ao que desencadeou a asfixia não foram revelados. De acordo com as investigações da polícia, o pais do bebê declararam em depoimento que a mãe soube da gravidez no início de março de 2023 e que posteriormente teria sofrido um aborto espontâneo. Os dois foram indiciados por homicídio e respondem o processo em liberdade. O bebê teria cerca de 30 semanas, era do sexo masculino e estava dentro de uma caixa de sapato quando foi encontrado dentro de um tambor de lixo por um catador. Um exame de DNA foi feito para comprovar os laços familiares entre os três envolvidos. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Dino

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