“Enfermagem tem alguma ligação divina”, diz aluna da FPB


Estudante conta como bolsa de estudos oferecida pela FPB tornou o sonho da graduação possível Atualmente, Bel é monitora do curso de enfermagem da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e já trabalha em um estágio remunerado em um shopping da capital Divulgação/FPB A estudante de enfermagem Umbelina Figueredo, ou simplesmente Bel, tem 23 anos e é mãe solo de um garotinho de 4 anos de idade. Há quase 6 anos, saiu de Sousa no interior do estado para vir morar em João Pessoa e correr atrás do sonho da graduação. Atualmente, Bel é monitora do curso de enfermagem da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) e já trabalha em um estágio remunerado em um shopping da capital. Ela conta como a curiosidade, a persistência e a fé inabalável foram os pilares fundamentais para não abandonar o caminho para o tão sonhado diploma universitário. Com seu otimismo e coragem implacáveis, a estudante universitária faz um verdadeiro malabarismo diário para dar conta dos estudos, do estágio, da casa e do filho. Sem deixar se abater, Bel afirma que o sonho da formação vem da vontade de dar um futuro melhor para seu filho. “Tenho um defeito que não sei se seria bem um defeito, mas eu só sossego quando consigo o que quero, não costumo desistir das coisas que almejo. As pessoas perguntam se eu não tenho medo de viver aqui sozinha, longe da família, mas não, sempre fui muito corajosa e medo não combina comigo, principalmente quando se trata de um sonho. Sempre sonhei em me formar, trabalhar em algo que eu gostasse e dar o melhor para meu filho”, relata a estudante. De acordo com os dados do levantamento feito pelo Mapa do Ensino Superior no Brasil 2020 do Instituto Semesp, 57% dos estudantes matriculados em instituições de ensino superior são mulheres. Na área de Enfermagem, a parcela é ainda maior: elas representam 83,8% dos estudantes. Bel é uma delas. Ela revelou que o sonho da graduação só foi possível devido a uma bolsa de estudos parcial oferecida pela faculdade. “Quando eu iniciei a faculdade, eu ainda cursava o técnico de enfermagem, me ligaram da FPB dizendo que eu tinha ganhado uma bolsa de 50%. Eu achei até que fosse um trote, liguei pra faculdade e eles me confirmaram, fiquei feliz da vida. As bolsas que eles oferecem é um incentivo e tanto”, explica Bel. Bel parece mesmo ser um ponto fora da curva. Ainda segundo o estudo do Instituto Semesp, a maior parte dos alunos matriculados não são os responsáveis pelo domicílio onde residem. Para se ter ideia, apenas 21,3% dos estudantes de faculdades particulares são chefes de família. Em meio à pandemia da Covid-19, que atinge o mundo às vésperas da tão esperada graduação, Bel não se permitiu dissuadir e encontrou em seu amor pela enfermagem uma motivação para seguir em frente. Ela não mede palavras ao falar da profissão que para ela tem um significado muito maior. “Eu escolhi a Enfermagem, porque é uma área humanizada, acolhedora, de total empatia. Pra mim, não existe profissão mais linda, sem enfermagem não existiria saúde. Eu tenho pra mim que essa profissão tem alguma ligação divina. Faltando só um período para acabar, o que mais me motiva é saber que dou orgulho pra minha família, que serei a inspiração do meu filho”, conta Bel. A estudante de enfermagem faz questão de tentar deixar uma mensagem de esperança para aqueles que, assim como ela, almejam a formação em um curso superior. “Na vida não tem nada fácil. Tudo que vem fácil, volta com facilidade também. Deus jamais colocaria um desejo em nosso coração se a gente não fosse capaz de realizar. Se tá difícil, lá na frente a gente vê o resultado, a gente luta, chora, quer desistir, mas depois a gente vê o resultado na certeza que um dia tudo vai dar certo, que toda luta valeu a pena.”, alega Bel. Enfermagem na FPB O curso de graduação em Enfermagem da FPB visa formar profissionais comprometidos com as transformações socioeconômicas, políticas e culturais que conduzam à organização das ações de enfermagem. O estudante passa a compreender a realidade brasileira e as políticas públicas de saúde, além de valorizar aspectos culturais, ambientais e bioéticos para a superação das desigualdades sociais.
G1 > Paraíba

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