A Americanas (AMER3) registrou prejuízo líquido de R$ 137 milhões no primeiro trimestre, montante 38,8% inferior ao do mesmo período do ano passado, de R$ 224 milhões.

Conforme a empresa, desconsiderando os efeitos não recorrentes do ágio da Local, no valor de R$ 100,9 milhões, o resultado líquido seria negativo em R$ 238,2 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado aumentou 57,9%, para R$ 660 milhões. A margem Ebitda ajustada aumentou 1,9 ponto porcentual, a 9,8%.

Segundo a empresa, o Ebitda ajustado foi o maior da história da empresa, “apesar do impacto negativo da inflação nas despesas”.

A empresa destacou que a margem foi beneficiada por ganhos com as sinergias da combinação de negócios, a monetização da Ame e as iniciativas de crescimento sustentável.

O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 462,8 milhões, crescimento de 82,3% em relação ao 1T21, sob efeito, basicamente, da elevação da taxa básica de juros.

Receitas da Americanas (AMER3)

A receita líquida atingiu R$ 6,765 bilhões, aumento de 28,4%. O volume bruto de mercadorias (GMV, na sigla em inglês) total atingiu R$ 14,202 bilhões, aumento de 21,7%, com GMV de parceiros somando R$ 6,197 bilhões (+16,9%).

O crescimento GMV “é reflexo da boa performance em todas as plataformas de negócios, com o físico crescendo 27% e o digital crescendo 20%, novamente acima da média dos nossos concorrentes, mesmo diante de uma base desafiadora (+89% no 1T21) e dos impactos do incidente de segurança ocorrido em fevereiro.”

Enquanto o lucro bruto somou R$ 2,064 bilhões, aumento de 30%, gerando uma margem bruta de 30,5% (+0,04 pp).

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