B3 Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo (Germano Lüders/InfoMoney)

8h32 – DOTZ (DOTZ3) registra baixa de 24,3% no prejuízo no 1º trimestre, para R$ 16,7 milhões

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi negativo em R$ 19,4 milhões no 1T22, uma piora de 133,7% em relação ao mesmo trimestre de 2021.

O EBITDA no 1T22 foi inferior ao do 1T21, em função do aumento das despesas gerais e administrativas reconhecidas no período.



8h30 – Taesa (TAEE11) lucra R$ 146,6 no 1º trimestre, alta de 35,6% na base anual

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) regulatório cresceu 43,5% no 1T22, totalizando R$ 454,4 milhões.

Já a margem Ebitda regulatória atingiu 86,4% nos três primeiros meses do ano, alta de 4,4 p.p. frente a margem registrada em 1T21.

A receita líquida somou R$ 526,1 milhões entre janeiro e março deste ano, uma elevação de 36,2% na comparação com igual etapa de 2021.



8h22 – Braskem (BRKM5): apesar da queda de Ebitda, balanço foi sólido, destaca Morgan Stanley

A petroquímica teve sua primeira contração de Ebitda no ano em sete trimestres, mas ainda apresentou resultados saudáveis e um balanço sólido na visão do Morgan Stanley.

A queda de Ebitda no 1T22 seguiu a contração cíclica dos spreads da indústria, mas os resultados continuam cerca de 35% acima dos níveis do meio do ciclo, e o mercado petroquímico não está muito sobreofertado, o que leva os analistas a acreditar em um pouso mais suave de spreads, e não na típica contração acentuada observada em ciclos anteriores. Comparado ao modelo do Morgan Stanley, o Ebitda consolidado ficou em linha com o projetado.

Para o Morgan Stanley, dividendos extraordinários ainda podem ser concedidos pela empresa.



8h17 – Itaú BBA espera reação positiva do mercado ao resultado do Banco do (BBAS3) e reforça preferência por ação no setor

O Itaú BBA destaca que o lucro de R$ 6,6 bilhões, com um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 17,3% ficou bem acima se sua estimativa. O desempenho superior ao esperado veio principalmente de menores provisões, apoiadas por uma qualidade de crédito notavelmente forte.

A Margem Financeira Líquida (NII) subiu, ainda que pressionada pelas pressões de financiamento, que compensaram parcialmente a reprecificação da carteira de crédito e os resultados de tesouraria. “Negociando a múltiplos atrativos, o BB deve apresentar o maior crescimento de lucros e a melhor qualidade de crédito entre os grandes bancos sob nossa cobertura”, afirmam.

O BBA possui recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) para os ativos BBAS3, com preço-alvo de R$ 44, upside de 28% frente o fechamento da véspera.



8h14 – Braskem (BRKM5): 1T22 foi sólido, com caminho volátil pela frente, diz BBI

Na opinião do Bradesco BBI, a Braskem (BRKM5) reportou um trimestre levemente acima das projeções, embora há expectativas de que o Ebitda se deteriore no próximo trimestre antes de começar a melhorar no segundo semestre, com a maior parte do alta dos preços de matéria-prima sendo sentida no 2T22.

“No entanto, esperamos que os resultados da empresa se recuperem novamente no segundo semestre em função dos aumentos de preços de resinas que temos observado”, afirmam os analistas do BBI.

O rating de outperform (performance acima do mercado) foi mantido, com preço-alvo de US$ 22 para o ADR BAK (fechou ontem em US$ 15,71).



8h12 – Melhora da qualidade do resultado do BB (BBAS3) pavimenta caminho para um forte 2022, aponta Credit Suisse

Os analistas do Credit destacam que o desempenho do banco no trimestre reforça a visão de um forte desempenho em termos de Margem Financeira Líquida (NII). O banco estatal teve uma deterioração menor na qualidade dos ativos frente os seus pares no setor, apesar de ter tido uma mudança no mix de crédito da carteira de pessoas físicas, além de uma posição de capital ainda mais robusta.

“Acreditamos que há possibilidade de revisão de alta do consenso sobre os lucros para 2022, de R$ 23,6 bilhões, atualmente no limite inferior do guidance da empresa de R$ 23-26 bilhões e da nossa própria projeção de R$ 24,2 bilhões”, avaliam os analistas.

O Credit reiterou a recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) com preço-alvo de R$ 45, um potencial de alta de 31% frente o fechamento da véspera.



8h10 – Minerva (BEEF3) entrega resultados em linha a caminho de um 2022 sólido, diz Itaú BBA

Os analistas destacam que o balanço do trimestre foi “levemente positivo”. O Ebitda ficou 3% acima das estimativas e 2% acima do consenso. “Destacamos o forte desempenho de receita da divisão brasileira, enquanto a Athena sofreu com os volumes no trimestre”.

O Itaú BBA diz que a Minerva conseguiu sustentar os aumentos de preços em ambas as divisões acima dos custos, mantendo as margens em níveis sólidos.

O rating é de outperfm (performance acima do mercado), com preço-alvo de R$ 16.



8h09 – Lucro do Banco do Brasil (BBAS3) supera estimativas e Morgan Stanley reforça recomendação para ação

O Morgan Stanley destaca que o lucro líquido recorrente, de R$ 6,61 bilhões, ficou 23% acima da sua estimativa e 21% acima do consenso de mercado. A surpresa positiva deveu-se principalmente a menores provisões para devedores duvidosos (queda de 14% na base trimestral e 16% abaixo da estimativa do banco). Houve ainda crescimento sólido de crédito e tarifas, menor custo de risco e gestão eficaz de custos.

Já com relação ao também visto pelos pares no setor, o índice de inadimplência do banco subiu na base trimestral, mas principalmente devido ao forte crescimento do crédito e mudança de mix para empréstimos de alto risco. Dito isso, o índice de inadimplência ainda caiu na comparação anual e permanece bem abaixo dos níveis pré-Covid.

Os analistas do banco reiteram a recomendação overweight (exposição acima da média do mercado) para a ação BBAS, com preço-alvo de R$ 57, ou potencial de valorização de 66,2% frente o fechamento da véspera, destacando também uma visão geral otimista sobre os bancos de grande capitalização do Brasil.



8h08 – JBS (JBSS3) reporta Ebitda 5% acima do consenso e dividend yield de 2,8%, destaca BBI

O Ebitda ficou 5% à frente do consenso de mercado, com o faturamento consolidado e as margens ligeiramente acima do consenso, e a JBS também anunciou dividendos de R$ 1,00 por ação.

O banco continua a ver as margens spot geralmente caindo para a carne bovina nos EUA, que tem sido o principal impulsionador dos resultados da JBS, já que a menor oferta de gado eleva os custos para os frigoríficos.

Bradesco BBI reitera recomendação neutra para JBS e preço-alvo de R$ 36.



8h05 – Resultado do Banco do Brasil (BBAS3) mostra tendências positivas, refletindo portfólio mais defensivo, aponta Bradesco BBI

“Destacamos que a menor exposição do banco a pessoas físicas se traduziu em menor deterioração consolidada da inadimplência quando comparada com seus pares (como esperado)”, apontam os analistas em relatório de análise de resultados

Além disso, como o banco tem uma das maiores coberturas no segmento, conseguiu garantir menores despesas de provisão no trimestre, avaliam os analistas. “Assim, de fato, embora sua receita permaneça pressionada por taxas de juros mais altas, acreditamos que isso já era amplamente esperado pelo mercado”, avaliam os analistas.

O BBI ainda aponta que os resultados ficaram no topo do guidance. O banco segue com recomendação neutra para a ação BBAS3, com preço-alvo de R$ 40, ou potencial de alta de 17% em relação ao último fechamento.



8h03 – JBS (JBSS3) tem trimestre “muito bom”, avalia Credit Suisse

O time de análise do banco destaca que o Ebitda consolidado superou os números de consenso em cerca de 6%, impulsionados principalmente pelas operações nos Estados Unidos. Como consequência, esperam uma reação ligeiramente positiva no pregão de desta quinta-feira.

Analistas continuam construtivos no caso de investimento da JBS, pois acreditam que seu impulso operacional permanecerá sólido nos próximos trimestres.

Credit Suisse mantém classificação outperform para o papel, e preço-alvo de R$ 45 frente a cotação de quarta-feira (11) de R$ 35,75.



7h57 – JBS (JBSS3) registra resultado forte no primeiro trimestre, diz Itaú BBA

A JBS registrou Ebitda mais forte que a estimativa do banco e do que consenso do mercado. Apesar da surpresa positiva, analistas entendem que a maior parte do aumento veio dos resultados de PPC divulgados anteriormente, implicando que isso deve ter impacto limitado no desempenho das ações.

A empresa reportou fluxo de caixa ao acionistas (FCFE) negativo de R$ 2,8 bilhões após a fraca sazonalidade do primeiro trimestre.

BBA mantém avaliação outpeform para JBS e preço-alvo de R$ 54.



7h50 – JBS (JBSS3) reporta resultados fortes, em linha com estimativas da XP

A receita líquida veio em linha com estimativas da XP, enquanto Ebitda ajustado ficou 8% acima das projeções da corretora. US Beef + Australia, PPC e US Pork permaneceram fortes e bem acima dos níveis históricos, enquanto Friboi se recuperou, mais do que compensando a queda da Seara devido ao aumento de custos e a um consumidor mais frágil no Brasil.

O time de research da XP acredita que a JBS continuará mostrando força em sua diversificação de proteínas e geografia, o que deve ajudar a compensar a ciclicidade nos resultados da empresa.

Dessa forma, reitera recomendação de compra em JBSS3 com preço-alvo de R$ 51,8, reforçando sua posição como top pick no setor de proteínas.



7h48 – Bitcoin cai para menos de US$ 28 mil, altcoins desabam 30% e Tether perde paridade com o dólar



7h45 – Futuros dos EUA sinalizam mais um dia de baixas

Investidores continuam repercutindo a divulgação da inflação ao consumidor de ontem e aguentar a publicação, hoje, da inflação ao produtor e do número de novos pedidos de seguro-desemprego.

Confira o desempenho dos índices futuros na manhã de hoje:

  • Dow Jones Futuro (EUA), – 0,39%
  • S&P 500 Futuro (EUA), – 0,47%
  • Nasdaq Futuro (EUA), – 0,82%


7h43 – Light (LIGT3) registra prejuízo líquido de R$ 106 milhões no primeiro trimestre de 2022 (1T22), alta 153,8% na base anual

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado cresceu 25,2% no 1T22, totalizando R$ 525,5 milhões.

A receita líquida somou R$ 3,542 bilhões entre janeiro e março deste ano, baixa de 4,1% na comparação com igual etapa de 2021.



7h40 – Europa cai em bloco, com investidores temendo alta mais agressiva dos juros

Por lá, além da perspectiva de alta dos juros, pesa também dados do Reino Unido, que frustraram as expectativas – a produção industrial de março recuou 0,2%, ante consenso de alta de 0,1%, o setor de serviços cresceu menos do que o esperado – 0,4% ante consenso de 0,9%, e o PIB recuou.

No Velho Continente, companhias de recursos básicos é que lideram as perdas, caindo mais de 3%.

Confira como operam as Bolsas europeias neste momento:

  • FTSE 100 (Reino Unido), – 2,45%
  • DAX (Alemanha), – 2,23%
  • CAC 40 (França), – 2,50%
  • FTSE MIB (Itália), – 1,80%
  • Stoxx 600, – 2,20%


7h20 – Bolsas asiáticas fecham em queda, acompanhando quedas de Wall Street

As companhias de tecnologia foram o destaque negativo, com investidores ainda repercutindo a publicação da inflação ao consumidor americana de ontem, com inflação resiliente e trazendo perspectiva de mais juros. A chinesa Alibaba (BABA34) caiu mais de 6,5% e o japonês SoftBank, conhecido por investir em companhias do setor, despencou 8%. A bolsa de Shanghai, com menor exposição às techs, ficou próxima da estabilidade.

  • Shanghai SE (China), – 0,12%
  • Nikkei (Japão), – 1,77%
  • Hang Seng Index (Hong Kong), – 2,24%
  • Kospi (Coreia do Sul), – 1,74%


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